sábado, 29 de outubro de 2011

Pão Diário


Sem racionamento (29.10)
LEITURA BÍBLICA: Levítico 26.13-45

Deus demonstra seu amor por nós: Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores (Rm 5.8).

Milhares de pessoas hoje estão sendo afetadas por crises, como de energia e de água. A escassez desses recursos afeta a nossa vida porque necessitamos deles para o nosso dia-a-dia. Mas também podem servir para nos fazer perceber profundamente que o amor de Deus por nós nunca está em perigo de racionamento ou crise, como lemos no texto de hoje. Quando somos influenciados por esse amor imenso podemos até entender os sacrifícios indispensáveis para conservar as fontes de energia e água, tão importantes para a vida do planeta. Da mesma maneira, sempre que nos é mostrado por sua vida e ministério, seu sofrimento e morte, sua ressurreição e ascensão, podemos entender os sacrifícios exigidos para a divulgação do seu reino e do seu evangelho, tão essenciais à nossa vida espiritual como a energia e a água são para a vida física. O supremo sacrifício de Jesus Cristo na cruz nos garante que o amor de Deus nos é sempre oferecido abundante e transbordantemente. Ele não precisa ser reabastecido nem redimensionado, e nem é racionado pelas nossas ações. Por quê? Porque “o amor {de Deus} nunca perece”, como dia Paulo (1Co 13.8). Não há e nunca haverá racionamento no amor de Deus. O povo de Deus foi informado pelo Senhor de que haveria bênçãos pela sua obediência e castigo pela sua desobediência. É isso que nos conta o livro de Levítico. Apesar da imensa lista de castigo, no entanto, o Senhor diz que, mesmo assim, não os rejeitaria nem deles se aborreceria porque, pelo muito amor com que os tinha amado, se lembraria da aliança que havia feito com seus antepassados. Assim é o amor de Deus. Ele continua esperando que reconheçamos nossa culpa e a confessemos humildemente, para imediatamente nos restaurar.

Edson de Oliveira Lima, Araraquara-SP

O amor de Deus não depende de nós, mas nós dependemos dele.

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